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Salomon Sonic Pro

  • A EDP Meia Maratona de Lisboa serviu para testarmos as qualidades das Sonic Pro, as primeiras sapatilhas de estrada da Salomon, que passaram a prova com elevada distinção. PVP: 140€
MIGUEL JUDAS
43 anos / Jornalista / Corre desde 2000 / Treina quatro vezes por semana
MÁRIO LEAL
41 anos / Inspector do ambiente e director das provas do Azores Trail Run / Corre desde 1990 / Treina quatro vezes por semana
JOÃO PRISAL
43 anos / Maquinista da CP / Corre desde 2011 / Treina cinco a seis vezes por semana
LUCIANO REIS
28 anos / Fotógrafo / Corre desde 2014 / Treina duas a três vezes por semana
SARA SEZIFREDO
36 anos / Copywriter / Corre desde 2003 / Treina três vezes por semana
VANESSA PAIS
30 anos / Directora da RUNning / Corre desde 2014 / Treina quatro vezes por semana
NINO RALEIRAS
44 anos / Oficial de Justiça / Corre desde 2010 / Treina duas a três vezes por semana

MIGUEL JUDAS | Nota: 5/5

Ajuste, aderência e condução são algumas das características reconhecidas no calçado de trail da Salomon que a marca quer agora trazer para a corrida de estrada de curta duração e a ritmos mais intensos. Com o objectivo de “construir uma sapatilha super-leve”, com “grande amortecimento”, uma “ligação suave à superfície” e “ajuste realmente seguro para correr mais depressa” foi criado o modelo Sonic, existente nas versões S-LAB e Pro. E é caso para dizer que tudo o que é prometido se cumpriu. Com pouco mais de 200 gramas, as Sonic Pro são mesmo tão leves e rápidas quanto parecem, como comprovei na última Meia Maratona de Lisboa. Mas a maior surpresa foi mesmo o conforto. Coincidência ou não, até consegui bater o recorde pessoal na distância.

 

 

NINO RALEIRAS | Nota: 4/5

Habituado a correr com calçado da Salomon nas provas de trail, foi com expectativa que experimentei os Sonic Pro. E a sensação não poderia ser melhor, pois com o seu drop de 8 mm, a sua “manga” interna, que impede o dançar do pé, e a sola confortável, principalmente na zona do calcanhar, consegui realizar o meu melhor tempo aos 10 quilómetros. O sistema que permite o aperto dos cordões com um único puxão e a bolsa colocada na lingueta para facilitar o seu armazenamento, familiares para quem conhece a marca, acrescentam pontos a seu favor. O efeito ligeiramente abrasivo sentido numa distância superior, neste caso, na Meia Maratona de Lisboa, é o ponto que considero a rever.