O Algarve como nunca o vimos

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São 300 km, com 12 000 metros de desnível positivo e um limite horário de 72 horas. O suficiente para percorrer Portugal de Oriente a Ocidente pela Via Algarviana e ficar a conhecer “por zonas florestais, aldeias, montes e sítios o Algarve profundo, longe dos locais turísticos comuns”, sublinhou Bruno Rodrigues, em nome da organização do Algarviana Ultra Trail (ALUT), a Algarve Trail Running (ATR), durante a apresentação do evento, que decorreu esta Sexta-feira, na Bolsa de Turismo de Lisboa (BTL). Serão “caminhos agrícolas e alguns trilhos – pouco alcatrão – num percurso quase todo corrível e coincidente com a Via Algarviana, um percurso pedestre de longa distância classificado como Grande Rota (GR13), que irá guiar os atletas de Alcoutim, junto ao Rio Guadiana, até ao Cabo de São Vicente, em Vila do Bispo”, descreveu o responsável da ATR.

A prova, que pretende proporcionar “uma ida ao encontro das nossas raízes rumo ao desconhecido”, objectivou Bruno Rodrigues, pode ser realizada a solo ou por estafetas de dois, de três ou de quatro elementos, em regime de semi-autonomia, durante a qual será obrigatória a utilização de um tracker GPS fornecido pela organização. “Os atletas só poderão ter apoio externo nas 11 bases de vida estabelecidas, nas quais têm acesso a refeições, casa-de-banho, duche e local para descanso, bem como acompanhamento médico. É também aqui que poderão ser efectuadas as trocas de elementos da equipa, no caso da estafeta. Além das bases de vida, que serão em locais de fácil acesso, para garantir o apoio aos atletas, haverão ainda pontos de abastecimento líquido intermédios”, avançou o responsável da ATR.

As inscrições já estão disponíveis em www.alut.pt, com um período especial de desconto e com possibilidade de pagamento faseado, sendo limitadas a 60 participantes. “Actualmente já ultrapassamos 40% dos lugares disponíveis”, alertou Bruno Rodrigues. Por isso, se quer embarcar neste desafio, o melhor é garantir já a sua inscrição.