Rock’n’roll EDP Maratona Santander Totta: Procura-se recorde

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Com um novo percurso, a viagem começa na vila de Cascais, à beira-mar, corre junto às margens do rio Tejo, atravessa locais de Património Mundial e, finalmente, desagua nas ruas de Lisboa. Neste Domingo, a organização procura um novo recorde.

T: Teresa Mendes

Há 31 anos corre-se a Maratona de Lisboa, que nem sempre teve essa designação. A sua primeira edição foi a 26 de  Outubro de 1986, organizada pela Xistarca, e chamava-se Maratona de Portugal. Cidálio Caetano e Graciete Lousada ficaram na história como os vencedores da prova que se tornaria emblemática. O atleta do Benfica fez 2h16m49s e a atleta do Pão de Açúcar, 3h20m26s.

De Portugal, passou a ser Maratona dos Descobrimentos. Depois, da Cidade de Lisboa e ainda, Maratona Seaside. Em 2012, a sua organização transita para o Maratona Clube de Portugal e a prova é adquirida pelo grupo Rock’n’Roll Marathon Series, integrando o circuito internacional Road Race Label Events, da Associação Internacional de Federações de Atletismo (IAAF, na nomenclatura inglesa).

Para além do nome, também o seu traçado foi sendo alterado ao longo da história. Na maioria dos seus anos, o percurso realizou-se na zona ribeirinha. E, desde 2009, passou a ter passagem por dentro da cidade de Lisboa. Nos anos mais recentes, terminou no Parque das Nações.

A forte componente turística nunca se perdeu e, cada vez mais esta é também uma oportunidade para divulgar Portugal.

“Esperemos que seja este ano [que se bata o recorde]”
O seu carisma e fama foram crescendo. E se em 1986 se inscreveram 232 atletas (classificando-se 152, dos quais 142 portugueses e 10 estrangeiros), para a prova do próximo dia 15 de Outubro, a organização já tem mais de 5000 inscritos, sendo que cerca de 3500 são estrangeiros.

Esse facto demonstra o impacto que o evento tem conseguido nos últimos anos no panorama internacional, como evidenciou, aliás, o responsável pela quinta edição da Maratona Rock’n’Roll de Lisboa, na apresentação da prova à imprensa. “A maratona recebeu elogios e foi considerada pela revista Forbes como umas das 12 melhores do mundo e pelo American Express como umas das 19 melhores do mundo”, salientou Carlos Móia, presidente do Maratona Clube de Portugal.

A organização quer também este ano ver superado o recorde da prova, de 2h08m21s, estabelecido em 2014 pelo queniano Samuel Ndungu. “Esperemos que seja este ano [que se bata o recorde]. Pretendemos melhorar o tempo e estamos a tentar fazer uma prova mais rápida”, disse Carlos Móia. A marca poderá mesmo ser batida, até porque estão confirmadas as presenças de atletas que já correrem abaixo desse tempo, entre eles o vencedor da prova do ano passado, o também queniano Alfred Kering.

Este ano, a prova tem um novo horário, com partida de Cascais às 8h00, atravessando o concelho de Oeiras, em direcção a uma nova meta, instalada na Praça do Comércio