Breves
Assimetria no corpo humano: um desafio ao alcance da nossa superação
04 maio 2020
1 min
Embora a simetria seja uma aspiração do ser humano, todos somos assimétricos, não só ao nível corpo, como das actividades que desempenhamos. E se lhe dissermos que isso pode jogar a seu favor, nomeadamente na corrida? Como? Explicamos-lhe tudo na RUNNING Magazine #35.

Desde há muito que existe uma relação filosófico/existencial que liga o bem-estar do ser humano ao conceito de simetria. Os diferentes comprimentos deixam-nos preocupados: seja devido ao ombro esquerdo ser mais elevado que o direito, a perna direita ser mais curta do que a esquerda ou por termos uma clavícula mais elevada do que a outra.

Raramente nos lembramos que nascemos cheios de assimetrias e que estas provavelmente vão acompanharmos para o resto das nossas vidas, pois, só para dar um exemplo, temos um coração cuja localização é assimétrica. Este é apenas um entre muitos factores que nos leva a concluir que o ser humano é muito pouco assimétrico.

Mas e se dissermos que, em muitos casos, a ciência tem mostrado que as assimetria, dentro de alguns valores, pode ser benéfica no desporto?

Neste sentido, há que relembrar o exemplo vencedor e corolário de Usain Bolt, cujo membro inferior direito é 1,25 cm inferior ao esquerdo, o que não impediu que se tivesse dado tão bem enquanto atleta.

Leia a notícia completa, da autoria do personal trainer e formador Filipe Russo, na mais recente edição da RUNNING Magazine.

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