08 novembro 2019
Algarviana Ultra Trail: Temos equipa!

Desde a primeira edição do Algarviana Ultra Trail (ALUT), em 2017, que a RUNning está presente com uma equipa de quatro elementos. No primeiro ano, além dessa equipa (na foto) – constituída por mim, Vanessa Pais, pelo Miguel Judas, pelo Nino Raleiras e pelo algarvio Rui Lobo, tínhamos também um atleta a solo, o Dinis Cartas, que acabou por ficar ao quilómetro 100; e um bebé de quatro meses a fazer os 300 km (de carro, claro) connosco. Conseguimos um espectacular terceiro lugar! No ano passado, a equipa foi constituída pelo Nino e pelo Miguel, sendo que “sorteamos” dois lugares na equipa na nossa página de Facebook, cujos vencedores foram o Bruno Matias e o João Meia. Conseguimos um brilhante quarto lugar!

Este ano estamos de volta, porque é bem verdade o que diz a organização, a cargo da Algarve Trail Running (ATR): “O ALUT não se explica, sente-se!”. Se no primeiro ano as dificuldades passaram pela logística que implica uma primeira experiência numa prova como estas e à qual adicionámos um bebé; no segundo ano, tirando um ou dois percalços, a logística já estava mais afinada, mas a dificuldade (no meu caso) foi dar apoio à equipa enquanto fazia a reportagem, novamente com um bebé, apesar do grande apoio e paciência da Ana Águas. Por outro lado, tanto eu como o Dinis ficámos um pouco tristes por não podermos correr. Assim, este ano o objectivo é aproveitarmos os ensinamentos dos anos anteriores e tentar finalmente planear a nossa participação… Antes da viagem, claro.

Assim, tenho o prazer de anunciar a magnífica equipa RUNning:

Dinis Cartas

Este ano convencemo-lo a deixar-se de maluqueiras e guardar os 300 km a solo para quando o bebé nos deixar dormir (sim, é ele o pai da criança!) e ajudar-nos a cumprir este nosso objectivo de fazer uma edição do ALUT com uma equipa estruturada e com pessoas que correm a sério. Na verdade, a única pessoa que treina todos os dias é o Dinis. Portanto, basicamente está nas pernas dele o nosso grande objectivo de recuperar a cataplana (Já sei que o prémio não é esse este ano, mas ganhar uma cataplana algarvia foi dos prémios que mais gostei de receber. Pena não vir já feita. Podiam pensar nisso, não?).

Miguel Judas

Um habituée, no ALUT e nos trilhos, que reclama, reclama, mas quando é para correr, corre e nunca o vi a atirar a toalha ao chão (Mentira, já vi, mas não foi no ALUT). No primeiro ano sofreu nas etapas nocturnas – e depois delas, para conseguir entrar no alojamento – mas depois de dormir e comer tudo passa e fica pronto para outra. Desde que no final haja cerveja, está tudo certo.

Vanessa Pais

Apresento-me já para ficar despachado. Como já perceberam o bebé é meu e depois da maternidade, correr (equipada para o efeito e sem ser atrás da criança e das inúmeras tarefas do dia-a-dia) é tudo o que não tenho tempo para fazer, principalmente porque em dois anos só dormimos uma noite completa. Portanto, na primeira edição do ALUT arrastei-me apenas na última etapa, para dizer que corria; na edição seguinte, sem o pai da criança disponível, não pude correr; e é desta que vou fazer o ALUT a sério. Digo eu que este Domingo, de repente, lembrei-me que estava a menos de um mês da prova e ainda não corria mais de 10 quilómetros por treino. Saltei logo para a passadeira (sim, é a única forma que tenho de correr, sem ter de empurrar o carrinho da criança) e foram uns estonteantes sete quilómetros a arfar. Mas esta semana, até agora, corri todos os dias e já voltei, mais de dois anos depois a treinar nos trilhos (mas essa é uma história para depois), para uns loucos 16 quilómetros (o Dinis diz que devemos ter acumulado aí uns 600 metros de desnível. Ele é que comanda as tecnologias, eu só me preocupo em correr, mas gosto muito do meu Suunto cor-de-rosa. Fica bem com tudo!). Agora só falta voltar ao Ioga e continuar a respeitar as regras nutricionais (também fica para outra publicação, porque isto tem muito que se lhe diga!). Na prova, gostava muito de não ter de correr de noite, mas se tiver de ser… Ah, e com a minha “queda” para a tecnologia, espero não ir parar a Marrocos, seguindo apenas o GPS ou o relógio!

Pascal Rodrigues

O Pascal ficou para o fim, porque além de ser das minhas personagens preferidas dos trilhos, é uma estreia na equipa. Na verdade, ele já fazia parte da foto de família. O nosso Nino, por afazeres profissionais (de certeza que não foi por eu o fazer correr depressa para eu não correr de noite), não pode participar este ano (embora ainda estejamos na esperança que ele possa fazer a última etapa connosco, já que este ano vale tudo entre Vila do Bispo e o Farol do Cabo de São Vicente). Assim, quando o Pascal nos perguntou se íamos ter equipa, achámos que seria a aquisição ideal. Claro que ainda tentámos que ele fizesse a prova vestido de rena, já que sempre foi a mascote do ALUT (se calhar isto não era para dizer), mas ele não quis e, por isso, o lugar de rena está neste momento à disposição. Para conhecerem melhor o Pascal, recordo aqui (pág.35) o artigo que publicámos sobre ele na RUNning. Leiam que vão gostar!

Apresentada a equipa, a partir de agora cada um vai relatando como tem sido a sua preparação para os 300 km pela Via Algarviana, que nos vão fazer (re)descobrir o interior do Algarve, sendo que será aqui que a nossa aventura vai também ser partilhada. Faltam os agradecimentos, em primeiro lugar, à organização, particularmente ao Bruno Rodrigues à Cláudia Guerreiro e ao Germano Magalhães, por nos aturarem todos os anos; e depois à Ana Águas por acreditar sempre no sucesso destas nossas aventuras!

Agenda
Agenda
Must haveNovos produtos
Subscrever newsletter RUNning
Inscreva-se para receber novidades acerca dos nossos artigos e notícias, diretamente no e-mail
Parceiros